Refletindo sobre o mito da
caverna em sala de aula, podemos analisar sobre a perspectiva alegórica de que
o professor é o prisioneiro que escapou, e possui a missão de guiar seus alunos
para a iluminação/saber. No entanto, nesse processo de “iluminação” do educando
acontece o espanto, podendo gerar o choque e o estranhamento do conhecimento
novo, que precisa ainda de momentos de reflexão dessas ideias para que ocorra a
acomodação, ou seja, a compreensão do novo conhecimento adquirido.
Nessa perspectiva, também
podemos citar a figura do professor como aquele que saiu da caverna, ampliando
seus conhecimentos e experiências através da formação continuada e suas
próprias vivências, no entanto, ao voltar para a escola (caverna) desejoso em
aplicar as novas ideias e projetos encontra um ambiente conservador e hostil.
Essa “resistência” na escola acerca do novo
trás inúmeras frustrações (morte) a carreira docente e o professor necessita
buscar cotidianamente aquilo que encontrou fora da caverna um dia.
Referências
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